Malévola é liberada após detenção no Egito, diz defesa

Ilustração editorial sobre malevola.

A influenciadora brasileira Malévola Alves e sua amiga Bruna foram liberadas após serem detidas no Egito por vídeos considerados pelas autoridades locais como de “comportamento obsceno”. A confirmação foi dada pelo advogado Jonatha Carvalho Matos, que representa Malévola, segundo informações publicadas pelo Brasil247 nesta quarta-feira (21).

A defesa também informou que as brasileiras pagaram fiança e devem voltar ao Brasil, conforme reportagem do g1. A equipe jurídica trabalha nos procedimentos para o retorno. O material disponível não confirma o embarque nem a chegada das duas ao país.

Malévola, de 22 anos, foi detida na terça-feira (20), após a divulgação de vídeos gravados nas ruas. A influenciadora e a amiga aparecem em interações de conotação sexual com um homem, segundo descrição publicada pelo Metrópoles.

Defesa confirma liberação e prepara retorno

As informações sobre a situação das brasileiras foram divulgadas em diferentes momentos. Na terça-feira, O Globo já havia noticiado que Malévola e Bruna estavam liberadas para voltar ao Brasil, com possibilidade de viagem naquele mesmo dia.

Na manhã desta quarta-feira, o g1 informou que a defesa havia confirmado o pagamento de fiança e a expectativa de soltura. Já a reportagem do Brasil247, publicada às 8h12, trouxe a confirmação do advogado de que ambas haviam sido liberadas.

Esses relatos distinguem etapas do caso: o pagamento da fiança, a liberação e os procedimentos de viagem. A confirmação da defesa sobre a liberdade das brasileiras não estabelece que o retorno ao Brasil já tenha ocorrido.

Vídeos nas ruas motivaram a detenção

Malévola é uma criadora de conteúdo brasileira e trans. Sua detenção ocorreu após a circulação de gravações feitas durante a passagem pelo Egito, conforme os relatos reunidos sobre o episódio.

Segundo o R7, as autoridades locais consideraram os vídeos “obscenos e exibicionistas”. A expressão “comportamento obsceno”, usada nas notícias sobre a detenção, corresponde à caracterização atribuída às autoridades, e não a uma conclusão independente sobre a conduta das brasileiras.

Os relatos disponíveis relacionam a detenção às gravações e aos gestos de conotação sexual. Não há, no material fornecido, informação sobre o valor da fiança ou sobre uma decisão definitiva a respeito do caso. O desdobramento confirmado pela defesa é a liberação das duas, enquanto os procedimentos para a volta ao Brasil permanecem em preparação.

Fontes consultadas

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